Médicos dizem que não há uma
explicação científica. Um milagre moveu uma cidade do interior do Paraná nesta
última semana. Uma recém-nascida filha de pais evangélicos, voltou à vida, três
horas depois de haver sido dada como morta. O caso aconteceu no Hospital Doutor
Lincoln Graça, em Joaquim Távora. De acordo com o pastor da Igreja Avivamento
Bíblico, onde os pais frequentam, a avó da garota lhe telefonou para pedir
orações depois que ela foi informada que a criança havia ido a óbito.
“Fui para lá para consolar a mãe, fizemos a oração
e, juntos, oramos para que Deus desse o consolo ou a vida da criança de volta.
Ele escolheu a segunda”, comemorou, de acordo com o Banda B.
Yashmin Gomes nasceu com 2,6 quilos, de parto
normal. Seu pulmão parou de funcionar depois que seu cordão umbilical foi
cortado. Ela foi decretada morta e colocada em uma capela do hospital para ser
levada à funerária. Após três horas aproximadamente, sua avó materna, Elza
Silva, chegou com a dona da funerária, Rosilis Marinello Ferro, para levá-la,
quando perceberam que Yasmin começou a dar sinais de vida.
A notícia foi espalhada, mas enfrentou a
resistência das enfermeiras, que acreditaram que os movimentos seriam espasmos.
Entretanto, a bebê já teria aberto seus olhos. A fotógrafa Jenifer da Silva
Gomes, 22 anos, mãe da criança soube da notícia e creditou isso a um milagre de
Deus.
“Milagres não têm explicação. As coisas acontecem
como Deus quer. Se fosse da vontade dele que nossa filha partisse, nós
aceitaríamos, mas deve haver algum propósito maior nisto tudo”, afirmou.
O pastor da igreja também afirmou que o caso se
trata de um milagre. “Acreditamos na soberania de Deus. Nada acontece sem que
ele queira. A fé da família com certeza contribuiu para essa nova vida da
Yasmin.” Os médicos do hospital afirmam que tentaram reanimar a criança, porém
sem êxito. “Foi tentado reanimar essa criança por 40 minutos, eu e o Dr.
Deucino, e não houve êxito a reanimação. Foi usada adrenalina, foi intubada
essa criança. Não houve êxito alguma na reanimação”, afirmou um dos médicos
“Explicação científica eu não tenho. (...) Todo
mundo viu, essa criança estava em óbito...Não tem explicação”.


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