quarta-feira, 26 de junho de 2013

“Judeu não deve alugar a televisão para outras religiões” Diz Silvio Santos

Postado em 25/06/2013 por Redação em Brasil, Notícias com 10 Comentários
Senor Abravanel, nome de batismo do apresentador Silvio Santos, não é a única coisa que o grande público não conhece a respeito do empresário. Silvio é descendente de judeus, e segue a religião de seus ancestrais, mesmo sendo casado com uma evangélica, a autora de novelas Irís Abravanel.
Numa de suas raras entrevistas, Silvio Santos falou que não aluga horários no SBT para igrejas evangélicas por uma questão de princípios religiosos.
“Judeu não deve alugar a televisão para os outros. Você não sabe que os judeus perderam tudo quando deixaram outras religiões entrarem em Israel? A história é essa: no dia em que os judeus começaram a deixar que outros deuses fossem homenageados em Israel, os babilônios foram lá e tiraram o templo e jogaram os judeus para fora. O judeu não pode deixar que na casa dele tenha outra religião. É por isso que não deixo nenhuma religião entrar no SBT”, afirmou à Folha de S. Paulo.
Silvio Santos comentou ainda sobre a disputa pelo segundo lugar de audiência com a TV Record, que atualmente atravessa crise financeira: “Estamos lutando. O lugar [no ranking] é importante, mas a administração [correta da empresa] é melhor. A Record está perdendo um dinheirão. Por quê? Porque está administrando mal. Está jogando dinheiro fora [risos]“, disse o apresentador.
Segundo Silvio Santos, existem propostas para fazer um filme sobre sua história de vida, mas ele não aceita: “Por que eu não dou entrevista, não concordo com livro sobre mim, com filme? Se nenhum advogado, nenhum médico ou professor é cercado de todas essas regalias, eu também não devo ser”.

Dilma convoca católicos para reunião sobre protestos e Malafaia protesta

Postado em 25/06/2013 por Redação em Brasil, Notícias com 12 Comentários
A presidente Dilma Rousseff convocou no início dessa semana uma série de reuniões para discutir os protestos que eclodiram em todo o país nas últimas semanas. Entre as reuniões marcadas pela presidente está um encontro com membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que representam a Igreja Católica.

O PT quer o nosso voto, mas não tem nenhuma consideração pela nossa comunidade
Nessa segunda feira a presidente se reuniu no Palácio do Planalto, com representantes do Movimento do Passe Livre (MPL), organizadores das primeiras manifestações pelo país, e falou em seguida com os 27 governadores de Estado e do Distrito Federal, além dos prefeitos das capitais.
Segundo a Agência Estado, nessa terça feira (25) a presidente fará novas reuniões, recebendo outros segmentos representativos de movimentos jovens, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da CNBB, que na última sexta feira havia declarado que Igreja dará apoio às manifestações que tomaram conta do país.
Nessa segunda feira, OAB e CNBB realizaram um ato público em Brasília, junto ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), para pedir reforma política no Brasil. Na reunião foi proposto um anteprojeto de lei de reforma política por iniciativa popular defendendo o financiamento democrático das campanhas, voto transparente e a liberdade de expressão na Internet.
A convocação dos líderes católicos levantou questionamentos sobre o porquê de nenhum líder evangélico ter sido convocado para a reunião.
- Dilma convoca representantes da igreja católica, e nós evangélicos? – questionou o pastor Silas Malafaia através do Twitter.
O questionamento de Malafaia trazia ainda um link para um texto em seu site discutindo a não convocação de líderes evangélicos pela presidente, e que mesmo tendo vários evangélicos próximos ao Governo, estes não foram chamados para manifestares sua opinião.


Em visita ao Piauí, Marina Silva fala sobre ser líder evangélica

Postado em 24/06/2013 por Jorge Max Junior em Brasil, Notícias com 1 Comentário
A ex-ministra do Meio Ambiente e atual líder da Rede de Sustentabilidade, Marina Silva, esteve presente em Teresina na última quinta (20) para debater questões ambientais do Piauí e sobre seu novo partido. Em entrevista coletiva cedida à jornalistas no Hotel Palácio do Rio, onde estava hospedada, Marina falou sobre a proposta da #Rede e as atuais manifestações que o Brasil enfrenta.
“Quanto aos jovens que fazem a mobilização contra o aumento da passagem de ônibus, a gente sabe que o que está em jogo não são os 20 centavos. Porque como diz o Victor Hugo “nada é mais potente que as ideias cujo tempo chegaram, só que as ideias cujo o tempo chegam, precisam de pessoas que se disponham a elas. Eu aprendi na minha região, que ideias são como as águas dos grandes rios, quando elas são represadas elas não ficam paradas elas viram pororocas, e agora nós temos uma grande pororoca das mobilizações, que tem uma causa específica. Os manifestantes não são espectadores da política”, disse Marina.
Quanto à sua pré-candidatura a presidência de 2014, Marina Silva disse que não está focada nisso, e agora é o momento de trabalhar em questões de seu partido, e também trabalhar para a população. “Estou focada na contribuição política, e não é uma perspectiva de curto prazo e simplesmente eleitoral, é uma contribuição para esse novo sujeito político. As eleições fazem parte e no momento certo nos vamos discutir essa questão, mas eu sou contra a antecipação das eleições. Parece que as pessoas não conseguem fazer um intervalo e estão viciadas em estar disputando o poder pelo poder. Esse é o momento de se discutir saúde, educação, saneamento, segurança”, afirmou a líder da Rede.
Marina Silva além de ter uma forte atuação no meio ambiental, é considerada uma líder evangélica à frente da política brasileira. A líder da Rede disse que não se considera uma candidata somente para os evangélicos.  “Nós vivemos em um estado laico. E um estado laico é para defender o direito e os interesses de todos os cidadãos. Cristãos são cidadãos, mas os ateus também são cidadãos. Então num estado laico a política é para defender o direito de todas as pessoas e a constituição já assegurou a liberdade religiosa para todas as pessoas, que é o que nos interessa no ponto de vista da democracia. Eu sou contra a ideia de que se você é um deputado apenas de um segmento, ou senador de um segmento. Você não pode criar uma ideia de favorecimento a apenas algum grupo”.
Marina também falou sobro o comportamento de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Foi o governo que negociou com o partido do Feliciano, a ida dele a comissão de direitos humanos. E do mesmo jeito que negociou a ida do Blairo Maggi para a comissão do Meio Ambiente. É preciso olhar de uma forma mais abrangente. O Feliciano não tem preparo para a comissão de direitos humanos. Ele não tem preparo para lidar com os desaparecidos políticos e os indígenas. É a primeira vez que o presidente não esta junto com os indígenas. Então as pessoas estão criticando a posição político equivocada do Feliciano. Eu sou evangélica, fui da comissão de Meio Ambiente, e da comissão de Direitos Humanos, e sempre tive uma atuação na defesa dos direitos humanos dos indígenas, da democracia e na defesa que a comissão da verdade pudesse fazer seu trabalho”, disse Marina.
Depois da entrevista coletiva, Marina prossegui para cumprir sua agenda. Ela foi ao encontro dos rios Parnaíba e Poti, na zona Norte para conversar com ambientalistas e toda a sociedade. À tarde, às 16h, Marina Silva participa de evento fechado do partido. Já durante a noite, a partir de 19h, a ambientalista vai proferir palestra na Universidade Federal do Piauí (UFPI).
Fonte: Meio Norte

Esquenta, da Rede Globo, mostra que funk pode ser gospel

Postado em 24/06/2013 por Jorge Max Junior em Gospel, Notícias com 1 Comentário
Uma das atrações do programa Esquenta, exibido no domingo (23) na Rede Globo, foi o funk gospel. A apresentadora Regina Casé falou da sua relação como o cantor Tonzão, que participava do grupo secular Os Hawaianos. Ele faz parte da Assembleia de Deus do Últimos Dias (ADUD) desde 2011 e canta hits como o Passinho Abençoado, que ele apresentou na TV.
“Até o funk se rendeu ao gospel, tamanha a força, ou vice-versa”, disse a apresentadora ao anunciar o grupo gospel. O sambista e compositor Arlindo Cruz, que faz parte da equipe do programa global, disse “Em nome de Jesus”, enquanto os músicos entravam no palco.
Tonzão comentou “nós somos crentes, mas não somos caretas”. Ele falou da infância e de como lidou com a fama: “aos oito anos de idade, eu perdi meu pai no tráfico de drogas; minha mãe só vivia na madrugada, nas bebidas, nas doideras da vida; e, juntamente, com a minha vó, catei latinhas, fiz malabarismo, tomei conta de carro, dei um duro danado. [...] Eu achava que o sucesso ia me trazer a felicidade, eu achava que o dinheiro ia consertar a minha família [...]. Minha companheira [...], a mais linda do universo, eu não dava valor, porque estava iludido com as boates, com as noitadas, com a fama”.
Ele contou que o novo grupo surgiu de uma brincadeira dentro da Igreja. “Hoje a gente não rebola, porque não usa mais a sensualidade”, explicou o cantor.
O atual pastor mudou de religião e de visual: na época em que liderava Os Hawaianos, Tonzão tinha os cabelos pintados de amarelo e, atualmente, os fios estão na coloração natural. A mudança está também no figurino.
A apresentadora afirmou que não é pastora, mas que Tonzão lhe toma a benção, pela forte relação que existe entre eles.
Fonte: Christian Post





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