PODER LEGISLATIVOReajuste previsto no texto é 20% para os servidores e mais 6% para os profissionais da Educação
WELINGTON CAMPOS
welington.campos@jornalatual.com.br
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O prefeito Luciano Mota encaminhou na
tarde desta terça-feira (20), os índices de reajuste salarial do funcionalismo
público municipal. Durante a sessão, o presidente Câmara, Nisan César, anunciou
que na próxima terça-feira (27) a casa vai votar a matéria encaminhada pelo
Executivo. Contudo, o presidente não disse de quanto seria o aumento. Mas
fontes ligadas ao Executivo informaram que seria de 20% para concursados e mais
6% para os profissionais da Educação.
Em entrevista à Rádio Onda FM, na tarde de ontem (21), o vereador Noel Pedrosa disse que o texto que trata do reajuste está passando por todos os trâmites da casa, e poderá receber algumas emendas antes de ser aprovado. “Sou presidente da Comissão de Educação e Cultura, e também de Finanças. Estou analisando o texto, que terá algumas alterações. Por enquanto não tenho o que falar, mas acredito que na próxima sessão reajuste será aprovado”, disse ele.
Em entrevista à Rádio Onda FM, na tarde de ontem (21), o vereador Noel Pedrosa disse que o texto que trata do reajuste está passando por todos os trâmites da casa, e poderá receber algumas emendas antes de ser aprovado. “Sou presidente da Comissão de Educação e Cultura, e também de Finanças. Estou analisando o texto, que terá algumas alterações. Por enquanto não tenho o que falar, mas acredito que na próxima sessão reajuste será aprovado”, disse ele.
Vereadores vão analisar criação de mais
secretarias
Para limpar a pauta, foram realizadas sessões extraordinárias para
aprovar 16 projetos de lei e um decreto legislativo que dispõe sobre a
concessão de título de professor emérito em Itaguaí, iniciativa do vereador
Marco Barreto. Deste montante, duas propostas de criação de secretarias
encaminhadas pelo Executivo foram tiradas da ordem do dia por pedido de vista
dos vereadores Genildo Gandra e Noel Pedrosa. “Vamos sentar com prefeito
Luciano Mota para saber sobre essas secretarias que vão ser criadas, se têm importância
para o município ou não”, ressaltou Noel Pedrosa.
Vetos causam discussões entre os
parlamentares
A sessão ganhou uma dimensão de debate após projetos aprovados na Câmara serem vetados pelo Executivo. Um deles foi o que provê a prevenção contra a violência nas escolas da rede municipal, de autoria do vereador Marco Barreto. O vereador Genildo Gandra questionou a justificativa do Poder Executivo sobre os vetos. “O que levou o prefeito Luciano Mota a revogar uma lei dizendo que existe ausência de interesses públicos? Uma lei vai combater a violência nas escolas. Em que se fundamentaram para opinar pela manutenção desse veto? No meu entender só pode ser político”, criticou.
A sessão ganhou uma dimensão de debate após projetos aprovados na Câmara serem vetados pelo Executivo. Um deles foi o que provê a prevenção contra a violência nas escolas da rede municipal, de autoria do vereador Marco Barreto. O vereador Genildo Gandra questionou a justificativa do Poder Executivo sobre os vetos. “O que levou o prefeito Luciano Mota a revogar uma lei dizendo que existe ausência de interesses públicos? Uma lei vai combater a violência nas escolas. Em que se fundamentaram para opinar pela manutenção desse veto? No meu entender só pode ser político”, criticou.
Ainda engrossando as palavras do colega, o vereador Noel Pedrosa
informou que os projetos vetados pelo Executivo são fundamentais para o
município. “A questão aqui não é ser governo ou deixar de ser governo, se
o prefeito é bom ou ruim. Sou o único vereador desta casa que apoiou o prefeito
Luciano Mota e acredito nesse governo. São vários os problemas que têm no atual
governo que essa própria casa votou no final do governo Charlinho. Se hoje a
gente tem problema com ISS, que deixou de arrecadar, com os concursados de
outros municípios, foi essa casa que aprovou porque não faz prevenção. Aqui têm
onze cabeças para ajudar o prefeito a pensar, e não é só fazer o que ele quer”,
destacou o parlamentar após o veto do prefeito Luciano Mota ao projeto de
prevenção de violência nas escolas. Com o pedido de declaração de voto feito
pelo vereador Carlos Kifer, líder do governo na Câmara, os parlamentares
mantiveram o veto numa votação apertada por 5 a 4.



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